O sonho é recorrente. Ela está em alguma favela conversando com os moradores e entrevistando pessoas que são fundamentais para o andamento da sua pesquisa. No sonho, as entrevistas parecem mais reais do que as que são realizadas dia após dia.
São nesses sonhos recorrentes que as teorias fazem algum sentido e o que é dito em off irá para o texto, já que as questões éticas e metodológicas se encaixam.
É um sonho, ela repete a si mesma. Como um mantra ...
Mas são os sonhos que a ajudam a escrever, que a seguram pela mão quando ela se desespera e só sente o escuro a sua frente, sem conseguir colocar as idéias em ordem.
São nesses sonhos recorrentes que as teorias fazem algum sentido e o que é dito em off irá para o texto, já que as questões éticas e metodológicas se encaixam.
É um sonho, ela repete a si mesma. Como um mantra ...
Mas são os sonhos que a ajudam a escrever, que a seguram pela mão quando ela se desespera e só sente o escuro a sua frente, sem conseguir colocar as idéias em ordem.
Publicado originalmente em Etnografia do Trabalho
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