Que nenhum deus se lembre do teu nome
Que nem o vento passe onde tu passas.
Para ti criarei um dia puro
Livre como o vento e repetido
Como o florir das ondas ordenadas.
Sophia de Mello Breyner Andresen
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Vale a pena ler:
Quem se lembra de Sophia?
Uma homenagem do Diário de Notícias (Portugal), nos 5 anos de morte da poeta.
Dica do Blogtailors
Uma homenagem do Diário de Notícias (Portugal), nos 5 anos de morte da poeta.
Dica do Blogtailors
Há momentos em que tudo que podemos dizer é: amém.
ResponderExcluirBeijos carissima
Uma das maiores poetisas da língua portuguesa, sem nenhuma dúvida. Deixou um manancial de versoas, de palavras plantadas e amores florescidos...
ResponderExcluirBem catada a poesia de hoje!
ResponderExcluirEsse é simplismente meu poema preferido de Sophia.
Lindo, lindo, lindo...
Se um dia meu coração disser - mesmo que em silêncio - esses versos para alguém, a coisa vai ser séria. Por enquanto, do alto dos meus XX anos, foi só muito relampeio para pouca água. Mas isso é papo pra outra hora.
Beijos.
Adorei ler Sophia por aqui.
Eu conheci essa poeta graças a Lu que vive me apresentando novos escritores. Gosto muito de sua escrita e da vibração que a gente percebe em seus escritos. Grande abraço menina e uma excelente semana, viu?
ResponderExcluirNão conhecia um texto tão puro a muito tempo, gostei muito é poesia verdadeira.
ResponderExcluirSophia é, junto com o Sr. Pessoa, o Sr. Gelman e o Sr. Bandeira meus poetas de cabeceira. Ela é de uma sensibilidade tocante. Sempre que eu puder trarei Sophia aqui, para visitar meus queridos amigos.
ResponderExcluirUm beijo grande para vocês.